Num ambiente descontraído e heterogêneo, os botecos são os redutos de quem gosta de interagir-se com amigos, colegas do trabalho, profissionais da mesma área, os mais chegados da faculdade, familiares e até os da mesa ao lado, que mesmo não sendo conhecidos acabam trocando algumas palavras.
Os assuntos são os mais diversificados posíveis, que vai do cômico ao trágico, das gargalhadas ao pranto, das verdades às mentiras, da realidade à fantasia.
A cada dia, a idéia foi crescendo e dei início a busca de casos presenciados, inicialmente, por amigos e parentes. Solicitei para os meus contatos de correio eletrônico que o fizessem também. Irei fazer um pedido especial àqueles que me seguem no Twitter, e ao mesmo tempo, confirmar o quanto as redes sociais são importantes para as nossas relações.
Não pretendo alterar o teor do que me for enviado, apenas o farei dentro de um padrão literário, preservando o nome das pessoas citadas, dos colaboradores, do estabelecimento que frequentam e das empresas as quais trabalham, cidade, telefones, emails, etc. O que eu pretendo manter é a regionalidade, porque o dialeto e alguns termos são bastante diferentes, enriquecendo com isto a literatura desta crônica.
Para aqueles que vierem a contribuir com o progresso do meu trabalho, ficarei deveras agradecido.
Cláudio de Souza.


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